A AFRICADA

César Reis, Izabella Malta, Crysttian Paixão
2016 Revista letras  
Este artigo trata da descrição fonética da africada pós-alveolar do português brasileiro, [tʃ] e [dʒ], com base na técnica da eletropalatografia, levando em consideração fatores como contexto e acento. Os resultados indicam uma área de contato mais extensa para a fase oclusiva da africada, assegurando-se o princípio da homorganicidade. Além disso, ocorre desoclusivização e, em certas condições, a fricatização. Ambos os processos acontecem, quando a africada é precedida da fricativa coronal, representada pelo arquifonema /S/, em posição de coda.
doi:10.5380/rel.v93i1.43382 fatcat:rlmb5oy6xzavzbdabkcxleyriq