A peste em Exu: a narrativa de Célio Rodrigues

Tânia Fernandes
1996 História, Ciências, Saúde: Manguinhos  
Nossa felicidade está para sempre ameaçada pois o bacilo da peste não morre nem desaparece pode ficar dormente por anos e anos em móveis e roupas aguardando sua hora em quartos, em porões, em baús, em lenços e em pedaços de papel. E virá o dia em que ... para desgraça e ensinamento dos homens, a peste acordará seus ratos e os mandará para morrerem numa cidade feliz". Albert Camus, A peste, 1947
doi:10.1590/s0104-59701996000200009 pmid:11625056 fatcat:7hoavmqanrf5xjhmejenexxwxi