Analysis of some chemical nutrients in four Brazilian tropical seaweeds

José Gerardo Carneiro, José Ariévilo Gurgel Rodrigues, Felipe Barros Teles, Antônio Belfort Dantas Cavalcante, Norma Maria Barros Benevides
2014 Acta Scientiarum : Biological Sciences  
Analysis of some chemical nutrients in four Brazilian tropical seaweeds Acta Scientiarum. ABSTRACT. Seaweeds have various chemical components with beneficial effects for human use; however, their nutritional values in Brazilian species are not well known. This study aimed to evaluate the content of water, ash, protein, carbohydrate, and lipid in four seaweeds (Hypnea musciformis, Solieria filiformis, Caulerpa cupressoides and C. mexicana). Algal constituents were determined by difference,
more » ... y difference, gravimetric or colorimetric method, being the values expressed as g 100 g -1 dehydrated weight (d.w.). Results revealed that the water (10.7 ± 0.18-15.06 ± 1.14 g 100 g -1 d.w.), ash (7.79 ± 0.87-15.12 ± 0.51 g 100 g -1 d.w), protein (17.12 ± 0.99-20.79 ± 0.58 g 100 g -1 d.w.), lipid (0.33 ± 0.01-3.77 ± 0.13 g 100 g -1 d.w.) and carbohydrate (38.07 ± 0.32-54.24 ± 0.157 g 100 g -1 d.w.) contents varied between the species (p < 0.05). H. musciformis and S. filiformis (Rhodophyta) had highest ash contents (14.14 ± 1.23-15.12 ± 0.51 g 100 g -1 d.w.), whereas lipids were higher for Caulerpa species (Chlorophyta) (1.52 ± 0.17-3.77 ± 0.13 g 100 g -1 d.w.) (p < 0.05). Protein and carbohydrate were the most sources in all the species. Therefore, the studied seaweeds could be a potential source of food ingredients for diets. Análise de alguns nutrientes químicos em quatro algas marinhas tropicais brasileiras RESUMO. As algas marinhas possuem vários componentes químicos com efeitos benéficos para uso humano. Entretanto, não são conhecidos bem seus valores nutricionais em espécies brasileiras. Objetivou-se avaliar os conteúdos de água, cinza, proteína, carboidrato e lipídio em quatro algas marinhas (Hypnea musciformis, Solieria filiformis, Caulerpa cupressoides e C. mexicana). Os constituintes das algas foram determinados por método de diferença, gravimétrico ou colorimétrico, sendo os valores expressos em g 100 g -1 de peso desidratado (p.d.). Os resultados revelaram que os conteúdos de água (10,7 ± 0,18-15,06 ± 1,14 g 100 g -1 p.d.), cinza (7,79 ± 0,87-15,12 ± 0,51 g 100 g -1 p.d.), proteína (17,12 ± 0,99-20,79 ± 0,58 g 100 g -1 p.d.), lipídio (0,33 ± 0,01-3,77 ± 0,13 g 100 g -1 p.d.) e carboidrato (38,07 ± 0,32-54,24 ± 0,157 g 100 g -1 p.d.) variaram entre as espécies (p < 0,05). H. musciformis e S. filiformis (Rhodophyta) tiveram os maiores conteúdos de cinza (14,14 ± 1,23-15,12 ± 0,51 g 100 g -1 p.d.), enquanto as espécies Caulerpa (Chlorophyta) foram para lipídio (1,52 ± 0,17-3,77 ± 0,13 g 100 g -1 p.d.) (p < 0,05). Todas as espécies foram fontes maiores em proteína e carboidrato. Portanto, as algas marinhas estudadas poderiam ser uma fonte de ingrediente alimentar potencial para dietas. Palavras-chave: macroalgas marinhas, componentes químicos, determinação proximal. 138 Carneiro et al.
doi:10.4025/actascibiolsci.v36i2.19328 fatcat:ea5gha6kmrg7dkrdrobbqva5jq