A formação profissional das juventudes brasileiras: avanços e perspectivas nas interlocuções entre educação e trabalho

Lucian da Silva Barros, Elizabete Cristina Costa-Renders
2020 Política e Gestão Educacional  
RESUMO: O presente texto tem como objetivo discutir a formação profissional de jovens no Brasil, em especial jovens aprendizes, conforme o preconizado pela lei nº 10.097/2000. A metodologia utilizada foi a de revisão bibliográfica e documental, com autores no campo da sociologia, da economia e da educação. Partindo de uma leitura histórica, buscou-se analisar a evolução das políticas de trabalho voltadas a este público e as ações educacionais a elas relacionadas. Este estudo resultou na
more » ... o de que a visão assistencialista vai, ao longo da história, dando espaço a uma noção de proteção integral, com atenção especial dada ao Estatuto da Criança e do Adolescente e mais recentemente ao Estatuto da Juventude. A ação educacional voltada aos jovens tem buscado atualmente o desenvolvimento de competências não somente profissionais, mas também humanas, que compreendem os jovens como cidadãos, pertencentes e atuantes na sociedade. PALAVRAS-CHAVE: Juventudes. Formação profissional. Trabalho. Educação profissional. Inclusão Social. RESUMEN: Este texto tiene como objetivo analizar la formación profesional de los jóvenes en Brasil, especialmente los jóvenes aprendices, según lo recomendado por la ley 10.097 / 2000. La metodología utilizada fue la de revisión bibliográfica y documental, con autores en el campo de la sociología, la economía y la educación. A partir de una lectura histórica, buscamos analizar la evolución de las políticas de trabajo dirigidas a este público y las acciones educativas relacionadas con ellas. La visión del bienestar pasa por la historia dando paso a una noción de protección integral, con especial atención al Estatuto del Niño y el Adolescente y más recientemente al Estatuto de la Juventud. La acción educativa dirigida a los jóvenes busca actualmente el desarrollo de habilidades no solo profesionales, sino también humanas, que entiendan a los jóvenes como ciudadanos, pertenecientes y activos en la sociedad.
doi:10.22633/rpge.v24i1.13105 fatcat:fdttwz3jlrdl7ouulqpb32acym