A percepção dos pequenos proprietários rurais sobre a nova Lei Florestal: um estudo de caso em Amparo-SP [thesis]

Mayra Flores Tavares
A percepção dos pequenos proprietários rurais sobre a nova Lei Florestal: um estudo de caso em Amparo-SP Mayra Flores Tavares Dissertação apresentada para obtenção do título de Mestra em Ciências, Programa: Recursos Florestais. Opção em: Conservação de Ecossistemas Florestais Piracicaba 2016 Piracicaba Ofereço A todos os pequenos agricultores, em especial os que fizeram parte desta pesquisa. Dedico Aos meus pais, Vera e Lúcio, por todo amor, apoio, carinho e dedicação. Ao Fernando, meu irmão,
more » ... r toda amizade e incentivo, à Maria Luíza, minha afilhada, por ser um presente de luz em minha vida. À minha avó Idalina (in memoriam) meu amor eterno. 4 5 AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. Flávio Gandara pela oportunidade, confiança, cooperação, tranquilidade, aprendizado, paciência, amizade e orientação. Ao Prof Dr. Paulo Yoshio Kageyama, por possibilitar meu ingresso na pósgraduação. À Zezé por aceitar o convite de ministrar uma palestra para os proprietários rurais de Amparo-SP. A toda minha família, pelo amor, pela torcida e todo apoio, em especial aos meus pais, Vera e Lúcio, por todos os ensinamentos e lições de vida. À minha avó, Luíza, pelo exemplo de força e sabedoria. Ao meu querido irmão Fernando, pela serenidade, amizade, companheirismo e exemplo de determinação. Aos meus primos e primas que são como irmãos para mim. A minha tia, Ana Flores, pelo abrigo em Piracicaba sempre com boas energias. Vocês todos são a melhor parte de mim, graças a vocês consegui chegar até aqui. Muito Obrigada. À Prof. Dra. Silvia Molina, pelos aprendizados e sugestões para este trabalho. Ao Jefferson, pela paciência e aprendizado com os mapas. À Giovana, por toda disposição e ajuda com a burocracia durante o período de mestrado e pela paciência. A todos os proprietários entrevistados do Bairro dos Pereiras, pela atenção, receptividade, por compartilharem suas histórias e por confiarem em mim. A todos os representantes de instituições entrevistados, pelas informações, tempo e atenção. Aos meus grandes amigos e amigas de Amparo, pela paciência e torcida, em especial Bia e Bruna, pelos conselhos e amizade. Ao meu amigo Léo, pela revisão do texto. A todos os meus colegas na jornada de pós-graduação, em especial Yurão, Isabel (Gugs), Alessandra (Maranhão), Raul Toma (Beirus), pelo apoio e parceria! À Rafaela, (14) pelo abrigo sempre muito especial em Piracicaba, Amanda (Di), pela revisão atenta ao meu texto e pelo incentivo e ao Ricardo (Xaulim), pela ajuda com a língua inglesa. 6 Aos colegas do Laboratório de Agroecologia, Natália, Marina, Daniel Oliveira, Charles, Frederico, Daniel Braga, Marco, Andréia, Elza e Bruna, pelo auxílio e por todo conhecimento compartilhado. À minha segunda família, República Saia-Justa, por ser um lar de respeito, amadurecimento e amizade, por me proporcionar muitos momentos e histórias inesquecíveis. E a todos meus amigos dos quais os nomes não estão aqui, mas que sempre estiveram comigo e de alguma maneira me deram força e coragem para continuar e desenvolver este trabalho. Muito Obrigada. 7 "Se adestram animais, se cultivam plantas e se educam os seres humanos... Poderíamos dizer que o cultivo, o adestramento, a educação passam pela vida. Na história da experiência de viver que caracteriza a experiência de outros animais, das árvores e da experiência humana, nós, homens e mulheres, fomos os únicos capazes de inventar a existência [...] A invenção da existência deu-nos a possibilidade de estarmos não apenas no mundo, mas com o mundo. Eu posso mudar o mundo e é fazendo isso que eu me refaço. É mudando o mundo que eu me transformo também. Homens e mulheres inventam a história que eles e elas criam e fazem. Nós temos de colocar a existência decentemente frente a vida, em sua dialeticidade, de tal maneira que a existência não mate a vida e que a vida não pretenda acabar com a existência, para se defender dos riscos que a existência lhe impõe. Isso para mim faz parte dessa briga pelo verde. Lutar pelo verde, tendo certeza de que sem o homem e a mulher o verde não tem cor." Paulo Freire 8 9 SUMÁRIO RESUMO.
doi:10.11606/d.11.2016.tde-04052016-151424 fatcat:csmdhmbz4fhm7b7yrzzwtcthum