Cystoisospora:ahioensis (Dubey, 1975) Frenkel, 1977: (Apicorilplexa: Cystoisosporinae) do cão: diferenças biológicas associadas com as vias de infecção

Francisco Carlos Rodrigues de Oliveira, Fabiana Valadão Massad, George Rego Albuquerque, Carlos Wilson Gomes Lopes
2001 Revista Brasileira de Ciência Veterinária  
Diferenças biológicas e pleomorfismo nos oocistos foram observadas, quando cãezinhos foram infectados experimentalmente com Cystoisosora ohioensis. Para tanto, utilizaram-se seis filhotes recentemente desmamados de uma cadela livre de coccídios, com aproximadamente um mês de idade. Dois deles foram infectados com oocistos esporulados, dois outros com vísceras trituradas, contendo hipnozoítas, e os dois últimos deixados como controles. Diariamente, o total de fezes eliminadas por cada grupo foi
more » ... por cada grupo foi recolhido e os oocistos deixados esporular em bicromato de potássium a 2,5% por 72 horas à temperatura ambiente. Os animais infectados com hipnozoítas eliminaram oocistos em suas fezes quatro dias após a infecção (DAl), persistindo por um período de 27 DAl, enquanto os infectados com oocistos esporulados eliminaram oocistos em suas fezes aos cinco DAl, persistindo a eliminação por 23 DAl. Os filhotes infectados com hipnozoítas eliminaram mais oocistos com um máximo de 2.565 oocistos aos '25 DAl que os outros infectados com oocistos que tiveram uma eliminação máxima de 2.778 oocistos aos 5 DAl. Foi observada ainda diferença significativa entre os diâmetros maiores dos oocistos presentes nas fezes dos· cães infectados com hipnozoítas em comparação com os dos cães infectados com oocistos. Os oocistos eliminados nas fezes dos cães, sejam infectados com hipnozoítas ou oocistos esporulados, mediram 26,40 ± 1,69 por 24,47 ± 1,36 e 25,28 ± 2,12 por 23,32 ± 2,18 ~m respectivamente. Palavras-chave: Cystoísospora ohioensis, cães, infecção experimental, oocistos, hipnozoítas. Abstract Biological differences ·and pleomorphism of the oocysts were observed, when puppies were experimentally infected by Cystoisosora ohioensis. For so much, six animal with approximately a month of age and recently weaned of a beach free of coccidia were infected. Two of therii were infected by esporulated oocysts, two other infected by grinded mice visi::eras, contended · ., hypnozoites. The last ones were left as controls. Daily, the total volume of teces shed by each group werelcollected e to obtained esporulated oocysts were left to aeration in potassium dicromate 2.5% for 72 h at environment temperatura. The animais inoculated with hypnozoites shed oocysts in their teces at 4 days after infection (DAÍ) persinsting up to 27 DAÍ, while which those . inoculated with oocysts shed oocysts in their teces at 5 DAl persisting up to 23 DAl. Puppies infected by hypnozoites eli1J1lnated ·more oocysts with a maximum of 2,565 oocysts at 25 DAÍ than other ones infected by oocysts with a maximum of 2,778 oocysts at 5 DAÍ. A side these results, the way of infection determined significant difference in the length of oocysts, when they were shed by dogs induced by hypnozoites (26.40 ± 1.69 by 24.47 ± 1.36 J.Lrn) or esporulated oocysts. (25.28 ± 2.12 by 23.32 ± 2.18 mm).
doi:10.4322/rbcv.2015.370 fatcat:h4jnjmz42rfufkos2f6svwdnrq