A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO, NO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, DO RASTREAMENTO DA DEFICIÊNCIA DA ENZIMA G6PD NO TESTE DO PEZINHO

Mariana Rodrigues da Silva, Bárbara Lacerda Titoneli, Ariane Luchese Costa, Ana Luisa Giarolla Giarolla
2021 ANAIS DO I CONGRESSO NORTE NORDESTE DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXINOLOGIA (ONLINE)   unpublished
RESUMO A deficiência da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) afeta mais de 400 milhões de pessoas no mundo e sua etiologia é decorrente de mutações que alteram a estrutura da enzima e diminuem a sua atividade. Nesse sentido, possui herança ligada ao X e tem como principal manifestação a anemia hemolítica. Assim, a hemólise pode ser desencadeada por infecções e por algumas drogas com propriedades oxidativas como o ácido acetil salicílico, a vitamina K, o cloranfenicol e antimaláricos.
more » ... sse viés, acresce que o rastreio dessa deficiência enzimática pode ser feito pelo Teste Neonatal, onde é realizada a coleta de sangue do pezinho do bebê. Contudo, no Brasil, o teste para avaliar a atividade enzimática de G6PD não é incluso no Manual de Normas Técnicas e Rotinas Operacionais do Programa Nacional de Triagem do Sistema Único de Saúde (SUS). PALAVRAS-CHAVE : Deficiência; G6PD; Pezinho. ÁREA TEMÁTICA: Assistência e Atenção Diagnóstica INTRODUÇÃO A deficiência da enzima Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) corresponde a uma anormalidade genética do cromossomo Xq28 que apresenta repercussões hemodinâmicas para os seus portadores, sendo a anemia hemolítica a principal delas, desencadeando sinais e sintomas de palidez, fraqueza, dor abdominal e lombar, icterícia e hemoglobinúria. Nesse viés, a CID-10, a classifica como D55.0 -Anemia devido à deficiência de glicose-6-fosfato-desidrogenase -o que revela sua importância PRINCIPAIS REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Triagem neonatal para deficiência de enzima desidrogenase de glicose hepática (glicose-6-fosfato desidrogenase, G-6-PD). Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Brasília -DF, 2018. LEITE AA. Icterícia neonatal e deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, v. 32, n. 6, p. 430-431, 2010. LONGO, Dan L. Hematologia e oncologia de Harrison.2. Porto Alegre AMGH 2015. MARSHALL, William J. Ph. D. et al. (Ed.).Bioquímica clínica:aspectos clínicos e metabólicos. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016. xiii, 961 p.
doi:10.47094/iconnact.2020/113-116 fatcat:zeksf2krmjfchpaidm7ev4bs6y