Family's presence in the pediatric emergency room: opinion of health's professionals

Francine Fernandes Pires Mekitarian, Margareth Angelo
2015 Revista Paulista de Pediatria (English Edition)  
Objective: To learn the opinion of health professionals regarding the presence of family during pediatric emergency care. Methods: Cross-sectional study, performed with 46 health professionals, members of the medical and nursing team of a pediatric emergency service. The data were collected via the application of a questionnaire composed by variables related to the opinion of professionals about the studied subject, in line with the professional category and the vocational training time, as
more » ... aining time, as well as invasive procedures during which the presence of family is authorized by the professionals. Results: The medical staff and the professionals with shorter time after graduation (<10 years) were more favorable to the presence of family during emergency procedures. Regarding the complexity of the procedures, the nursing staff proved more favorable to the presence of family during less complex procedures ---peripheral venous puncture and fluid sample ---whereas the consent of the medical staff was similar, regardless the performed procedure ---peripheral venous puncture, fluid sample, intraosseous puncture, tracheal intubation and cardiopulmonary resuscitation. Conclusions: In order to allow the presence of family in the emergency room, it is necessary to sensitize health professionals, especially the nursing staff and the longer-term acting professionals, which are more resistant to allow the family to stay with the child during the emergency care. Presença da família em sala de emergência pediátrica: opiniões dos profissionais de saúde Resumo Objetivo: Conhecer as opiniões de profissionais de saúde em relação à presença da família durante o atendimento em sala de emergência pediátrica. Métodos: Estudo transversal, realizado com 46 profissionais de saúde, integrantes das equipes médica e de enfermagem, de um serviço de pronto-socorro infantil. Os dados foram coletados por meio da aplicação de um questionário composto por variáveis relacionadas à opinião dos profissionais em relação ao tema estudado, associada à categoria profissional e ao tempo de formação profissional, além de quais procedimentos invasivos em que os profissionais autorizam a presença da família. Resultados: A equipe médica e os profissionais com menor tempo de formação (<10 anos) foram mais favoráveis à presença da família durante os procedimentos de emergência. Em relação à complexidade dos procedimentos, a equipe de enfermagem se mostrou mais favorável à presença da família em procedimentos menos complexos---punção venosa periférica e coleta de líquor, enquanto a concordância da equipe médica foi similar, independente do procedimento realizado---punção venosa periférica, coleta de liquor, punção intraóssea, intubação traqueal e reanimação cardiopulmonar. Conclusões: Para permitir a presença da família em sala de emergência, é necessário sensibilizar profissionais de saúde, especialmente a equipe de enfermagem e os profissionais formados há mais tempo, que são mais resistentes a permitir que a família fique ao lado da criança durante o atendimento de emergência.
doi:10.1016/j.rppede.2015.08.013 fatcat:5n5mnynx4rfrxlcn7xk7cgrewu