Narcisismo e autocrítica em Vergonha, do Coletivo Bruto (Antiteatrodocumentário 2)

Artur Kon
2018 Viso  
O ensaio busca descrever, analisar e interpretar Vergonha, obra teatral encenada pelo Coletivo Bruto em Piracicaba em outubro de 2016. Com isso, visamos refletir sobre as potencialidades de expandir o teatro documentário para além de sua forma mais habitual, exibicionista, individualista e melodramática, devolvendo ao teatro sua força não de ser real, mas de enfrentar um Real além da mera realidade, para melhor pensar o seu tempo.
doi:10.22409/1981-4062/v24i/312 fatcat:iakabpeunzbmhmo3xjjpssdaza