Do eu. Alameda Santos, de Ivana Arruda Leite

Cintia Barreto
2013 Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea  
Alameda Santos (2010) também traz personagens à margem. O enredo é simples: de 1984 a 1992, a narradora-protagonista grava, a cada final de ano, suas impressões em uma fita cassete. No entanto, como acontece com outros textos da autora, é difícil categorizar esse segundo romance. Seria um livro de memórias? Um híbrido de fato e ficção? Um relato atormentado? Sabemos que instiga e provoca, combina o cômico e o sério, quebra continuamente as expectativas -- e nisso reside um dos trunfos de Ivana.
doi:10.35520/flbc.2013.v5n9a17420 fatcat:2eltxueiuvfs7kkze6xk7onv3u