I I A LITERATURA INFORMAL AINDA É CINZA?

Solanoe Puntel
unpublished
La cananicac¡ón cieníñca esla en med¡a de una rcvaluc¡ón t cnologica q@ la tnnst'oma. A paÍ¡r de un anal¡s¡s de las rclacianes ¡nterdepenclier¡e § enre carales de coñun¡cación y las contenidos que esbs veh¡culizan, se revrsa, /os corceptos "l¡temM gr¡s", canales fomales e ¡nfarnales y "calegio ¡nv¡s¡ble'. Durante as ú timas décadas aprendemos através da teor a da ciéncia da lnformaQáo que a iteratura c nza ou cinzenta era uma iteratura de circu aqáo restrita: as 1eses, os relatórlos, rnateria
more » ... atórlos, rnateria de conferénc as, textos enf¡rn que, detáo escondldos e pouco clrcu a-dosreceberar¡adenomnaqáode"cinzentos'ou"cinzas"porestarememmeoapenum-bra irnposs bjltando a nosssa c aravisáo, Aprendemos também dentro da tipologia documentalque essa lteratlrra é Lrma iteratu ra informal porque pouco fllirada a¡nda pelos pares acadé¡¡icos. Mais uma razáo para a suacorcinza por oposiqáo á lrterat!ra branca, maisfllirada, mais refinada. Tudo isso está merece n do rev sáo de con celtos-A nternet deu grandevs blldadeaessa iteratura. Alás esse é um dos dos pontos fortes da lniernet. Náo é mais verdade que essa teratura está escond da. As nuvens desapareceram. O cér.r clareolr. Agoraficou tudo vrsive. E tempo de rev s tarvelhos conceitos. Nosc rps elet¡ónicos, nas istas dediscussáo, em newsletters e etrón cas evidenc a-se a máx¡r¡a de MacLuhan: o meio é a rnensagem. Náo é de somenos importánc a ana isarmos as relaQóes enire o canalde comunlcagáo e o conteúdo veic! ado por ee. fudo ndica que sáo re aqóes nterdependenies depe¡dendodo canal, amensagem éialou qua evice eveTsarum comeniárioou d scussáo rea zados nurn canal semi informai como as d ssertaqóes elesesacadém cas ou eT¡ cana;s formais como os artigos de revistas especalzadas assume¡n umaesiTuturae Lrrn conteúdo d ferentes doqLJe se estiverem sendo veiclr ad os em canais informais como as conversaqóes orais ou mesr¡o nestaveriente das stasdedscussáo.
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