Estudo retrospectivo e prospectivo da urolitíase em cães [thesis]

Mônica Kanashiro Oyafuso
A Deus, por mais esta etapa vencida e por me mostrar que eu era capaz. Aos meus Pais, que mesmo distante fisicamente são minha fonte de força e coragem, para continuar caminhando, mesmo quando minha vontade era de desistir. Ao meu namorado, Márcio, por acreditar em mim mais que eu mesma. AGRADECIMENTOS À Profa. Dra. Márcia Mery Kogika, minha orientadora, que soube não só orientar minha dissertação, mas também uma grande amiga, que vibra com as conquistas mas também nos coloca com os pés no chão
more » ... com os pés no chão quando nos perdemos. À Profa. Dra. Mitika Hagiwara, por me acolher como uma filha, com conversas, conselhos que lembrarei sempre. Aos grandes amigos que fiz aqui, em especial às minhas amigas Carol, Chris, Kelly, Mari, Aline, Leila, Ângela e Taís. Sinto saudades das horas que passamos juntas na nossa "salinha"! À FAPESP (Fundaçào de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo), pelo concessão de bolsa de mestrado (processo número 05/57483-7), tão importante para concretização deste sonho. À Propet, representante Hill's em São Paulo, pelo envio dos cálculos para análise no Minnesota Urolith Center nos Estados Unidos da América Ao Dr. Carl Osborne e toda sua equipe do Minnesota Urolith Center, pela análise dos urólitos enviados. À todos os professores do , pela imensa ajuda em selecionar os pacientes com urolitíase; Khadine Kanayama (minha prima querida), Denise Maria Nunes Simões, Paula Rumy Monteiro e Bruna Maria Pereira Coelho pela colaboração diária e amizade. Aprendi muito com todas vocês. Elisabete Ferreira de Castro, Creide Donizete Costa e Cláudia Stricagnolo pela colaboração nos exames laboratoriais. Às médicas veterinária Samantha Ive Myashiro e Clara Satsuki Mori, pela paciência e amizade. À todos os funcionários da recepção e direção do HOVET, por sempre atenderem prontamente minhas solicitações de prontuários, especialmente ao Emerson Alessandro de Oliveira e Edivaldo José Tagino. À todos os veterinários do setor de Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais do HOVET FMVZ/USP, por me encaminhar os urólitos obtidos durante as cirurgias. Aos funcionários da Biblioteca pela atenção durante a pesquisa, busca de material bibliográfico, especialmente à Elza Faquim e Maria Fátima dos Santos, pelas correções e sugestões realizadas neste trabalho. À todos os proprietários e seus cães, que colaboraram com este estudo. Aos membros da Banca Examinadora, que gentilmente aceitaram nosso convite (meu e da professora Márcia) para avaliar este trabalho. AGRADECIMENTOS ESPECIAIS Ao Professor Ronaldo Casimiro da Costa, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), futuramente da Ohio State: obrigada pela paciência, compreensão e palavras de incentivo em momentos difíceis deste trabalho. Sentirei falta, não só como colega de trabalho, mas um grande amigo. Ao professor Olicies da Cunha, da Universidade Federal do Paraná, pela compreensão, principalmente nesses últimos meses de finalização deste trabalho, companheirismo e amizade. À Professora Marise Fonseca dos Santos, da UFPR, por sua disponibilidade constante em ajudar a desvendar os caminhos da informática. Aos meus tios Keiko e Shigueo, que me acolheram e me apoiaram no início desta jornada: minha admiração só aumenta por vocês. Tia Yoriko e tio Tomomassa, pelos conselhos e pela torcida. Aos meus avós Kamá e Shigueru Oyafuso; Shigue e Kosei Kanashiro: apesar de toda simplicade que viveram a vida são minha inspiração e exemplo de sabedoria (in memorian). Às minhas irmãs: Márcia, Luciana e Simone, pelo companherismo, carinho e compreensão pelas horas que não pudemos ficar juntas. Ao meu afilhado Victor Kenzo: desculpe a ausência e todos os momentos que não te dei a atenção que você merecia. À minha irmã de coração Agnes Yuka Onishi: não tenho palavras para descrever o que você representa para mim. Ao Samuel Buglioni, pela criação da arte final deste trabalho. Aos meus pais Ciguesi e Iracema: meu porto seguro, minha fonte de energia. Amo vocês. Ao meu amor, Márcio Hamamura: obrigada por estar sempre ao meu lado, pelo conforto, carinho. Sem você, tudo teria sido mais difícil. À Deus.... obrigada por colocar pessoas tão maravilhosas em meu caminho, amigos e mestres, pessoas que foram importantes para realização deste trabalho. três de urato (urato ácido de sódio e urato ácido de amônio). Tais urólitos, apesar de classificados como compostos poderiam ser manejados como urólitos simples. Por outro lado, 30 urólitos compostos tinham a região interna minerais passíveis de dissolução, mas que seria impedida por uma camada mineral externa não passível de dissolução. O inverso ocorreu em 3 amostras (apenas a camada mais externa seria passível de dissolução) e outras duas amostras apresentaram deposição sequencial de minerais passíveis de dissolução, porém, que exigiriam protocolos distintos. Assim, o conhecimento da composição de todas as camadas (núcleo, pedra, parede e superfície) que compõe o urólito é essencial para o entendimento da formação do cálculo e conseqüentemente para a indicação do tratamento adequado, assim como para a prevenção de recidivas. Palavras-chave: Análise quantitativa. Cães. Cálculo urinário animal. Análise de urólitos. ABSTRACT OYAFUSO, M. K. Retrospective and prospective study of urolithiasis in dogs. [Estudo retrospectivo e prospectivo da urolitíase em cães]. 2008. 146 f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) -Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Urolithiasis is a relatively common urinary tract disorder of dogs and cats. Whenever urine becomes oversaturate with cristallogenic substances, uroliths may be formed from crystalline material and protein matrix. Uroliths may be composed from only one kind or from different types of minerals, which can be deposited in layers or aggregate forming a stone. They can be classified according to their mineral type and distribution in: simple (only one layer and more than 70% of a single mineral), mixed (one identifiable layer, without predominance of a mineral type) or coumpound (more than one layer of different mineral types). Currently, there are two methods of urolith analyses: quantitative and qualitative analysis. However, only quantitative analysis allows determination of the mineral composition with accuracy, and it is a more sensitive and specific test. One hundred and sixty one canine uroliths were obtained from the . All uroliths were analyzed using polarizing light microscopy, infrared spectroscopy and energy dispersive X-ray spectroscopy. One hundred and six (30,2%) were simple uroliths, 3 (1,9%) mixed, and 47 (67,9%) were compound. Despite the predominance of compound uroliths, individual urolithevaluation revealed that 64 of 106 compound uroliths had a predominant mineral type (>70%) in all layers: 26 were struvite, 35 calcium oxalate (mono or dihydrate) and 3 were urate (sodium acid urate and ammonium acid urate). These uroliths, despite being classified as compound uroliths, could be assumed as simple uroliths. However, 30 compound uroliths had dissoluble inner layers, but the outer layer would prevent them from being dissovable. Three samples had the opposite (outer layer could be dissoluted, but inner layer could not) and 2 other samples had required two different protocols for medical dissolution. Knowledge the composition of all layers (nidus, stone, shell and surface crystals) is essential to understand the urolith etiology and a key factor to successful therapy and prevent recurrence.
doi:10.11606/d.10.2008.tde-12122008-104152 fatcat:byagt3aodbhs3cs5tzsq5zrs2m