Tradução de "Águas-Fortes Portenhas", de Roberto Arlt [thesis]

Maria Paula Gurgel Ribeiro
2001- 2 RESUMO Esta dissertação consiste na tradução, não anotada, do volume de crônicas Aguafuertes porteñas, do escritor argentino Roberto Arlt , nas quais o autor tece ácidas considerações sobre a sociedade portenha das décadas de 1920-30. Precedem a tradução: algumas informações biográficas sobre autor e sua obra, um estudo sobre as "Águas-fortes portenhas" bem como sobre a linguagem arltiana e sua especificidade no processo de tradução, seguido de uma análise dos principais problemas
more » ... rados e as soluções adotadas. Compõe também este trabalho um glossário, com termos específicos das crônicas, que poderá servir de material de consulta para futuras traduções. Por fim, as "Águas-fortes portenhas" traduzidas. RESUMEN Este trabajo consiste en la traducción, sin nota al pie, del volumen de crónicas Aguafuertes porteñas, del escritor argentino Roberto Arlt , en las que el autor teje ácidas consideraciones acerca de la sociedad porteña de las décadas de 1920-30. Preceden la traducción: algunas informaciones biográficas acerca del autor y su obra, un estudio sobre las "Aguafuertes porteñas" así como acerca del lenguage arltiano y su particularidad en el proceso de traducción, seguido de un análisis de los principales problemas encontrados y las soluciones adoptadas. Hace parte también de este trabajo un glosario, con términos específicos de las crónicas, que podrá servir como material de consulta para futuras traducciones. Por fin, las "Aguafuertes porteñas" traducidas. 3 Agradeço Ao CNPq, pela bolsa concedida. À Teresa, minha orientadora, por bancar alguém de fora do circuito acadêmico das letras e por tudo o que tem me ensinado sobre tradução. À minha mãe, Maria de Lourdes, por toda força que tem me dado desde sempre. Ao Felipe, m eu filho, pela sua paciência, principalmente nestes últimos meses. À Paola, amiga de todas as horas e que leu este trabalho com toda a atenção. Ao Nelson, pelas preciosas sugestões. Ao Wilson, pela paciência com que leu várias "Águas-fortes". À Paula, pela ajuda nos trâmites de informática. À Zulma, pelas muitas conversas arltianas. À Magali, pelos constantes diálogos sobre as questões concernentes à prática da tradução. À Ana Cecília, pelas primeiras considerações que me fez a respeito do mundo arltiano e pelas várias consultorias sobre o universo portenho. Ao Jose Luis, pelas inúmeras conversas literárias e musicais. Ao Samuel, por ter me apresentado a Roberto Arlt e por seu inestimável apoio. 4
doi:10.11606/d.8.2001.tde-12042002-115005 fatcat:uyjyqa4rzbaifl67vlxkj76nyi