EFLORESCÊNCIAS SALINAS DO SÍTIO DE ARTE RUPESTRE PEDRA DO CASTELO, PIAUÍ, BRASIL

Luis Carlos Duarte Cavalcante, José Domingos Fabris, Maria Conceição Soares Meneses Lage
2015 CLIO – Arqueológica  
RESUMO As fases mineralógicas das amostras de eflorescências salinas do sítio de arte rupestre Pedra do Castelo, Piauí, Brasil, foram estudadas por difração de raios X pelo método do pó e consistem essencialmente de newberita (MgHPO 4 . 3H 2 O), sulfato de alumínio e potássio (KAl(SO 4 ) 2 ), KAl 3 (SO 4 ) 2 (OH) 6 , taranakita, (H 6 K 3 Al 5 (PO 4 ) 8 . 18H 2 O) e quartzo (SiO 2 ). Gipsita (CaSO 4 . 2H 2 O) e fosfato de alumínio (AlPO 4 ) também foram identificados. A análise das
more » ... e das eflorescências salinas é muito importante, não apenas de um ponto de vista químico-mineralógico, mas também da arte rupestre e das paredes de arenito que estão em processo acelerado de degradação. Os depósitos salinos estão causando a destruição das pinturas rupestres. Palavras-chave: Arte rupestre; eflorescência salina; difração de raios X. ABSTRACT The mineralogical phases of the samples of saline efflorescences from Pedra do Castelo rock art site, Piauí, Brazil, were studied by powder X-ray diffraction and essentially consist of magnesium hydrogen phosphate hydrate (newberyite, MgHPO 4 . 3H 2 O), potassium aluminum hydrogen phosphate hydrate (taranakite, H 6 K 3 Al 5 (PO 4 ) 8 . 18H 2 O), potassium aluminum sulfate (KAl(SO 4 ) 2 ), potassium aluminum sulfate hydroxide
doi:10.20891/clio.v30i1p120-142 fatcat:2g4i25qa7bc6pmuup7jmelsaau