METAPOESIA E EROTISMO EM MARGEM DE MANOBRA, DE CLÁUDIA ROQUETE- PINTO

Maria Adélia Menegazzo, Angélica Catianeda Silva de Freitas, Flávio Amorim da Rocha
2017 Via Atlântica  
É objetivo deste artigo discutir as construções metapoéticas presentes na obra Margem de Manobra de Cláudia Roquette-Pinto. Por meio de diversas acepções da palavra corpo, a poeta tece uma rede de significações que compreendem o corpo do poeta, que enuncia, o corpo do mundo, como matéria de poesia, o corpo do outro e sua sensualidade, até que, por fim, todos esses corpos convergem no corpo do poema, que retoma conceitos clássicos do fazer poético, problematiza-os, e posiciona-se no cenário da literatura brasileira contemporânea.
doi:10.11606/va.v0i32.126121 fatcat:bmu462t3kfflffjr4ex75ec3oy