Uma aventura: o teatro de Marina Tsvetáieva. Tradução e apresentação [thesis]

Raquel Arantes Toledo Caregaro
2015 À Rebeca, pelo amor aos livros. Ao Dario, pela maior parceria que eu poderia encontrar. Agradecimentos Antes de tudo, quero agradecer a Deus, pela fé e pelo amor. Pela inspiração e pela superação de cada desafio pessoal que a dissertação me proporcionou. Agradeço à minha mãe e ao meu pai por sempre me apoiarem e sempre me apresentarem aos amigos como a filha estudiosa (o que bem sei que não tão verdade, assim). Por mesmo sem entenderem exatamente o que o mestrado significa para mim, sempre
more » ... ca para mim, sempre se orgulharam e, assim, me motivaram. Agradeço aos meus irmãos. À Rebeca pela inspiração, à Rayana, que tanto me motivou com seu trabalho de conclusão de curso e ao José, que me fascina ao me mostra que a vida se abre novamente, agora diante dele. Ao Marcos, à Ana, à Tatiana e, especilamente, à Tarahmis que tantas vezes não puderam contar comigo em reuniões familiares mas que sempre souberam que era nescessário para que eu realizasse esse sonho. Obrigada pelo amor e pela torcida. Agradeço aos meus amigos queridos, com quem sempre pude dividir minhas angustias e que sempre me ajudaram a sorrir: Giovanna, Guilherme, Junior, Marcelo e Luca. Obrigada por nunca terem duvidado que eu conseguiria. Agradeço à Andressa, à Larissa, ao Felippe e ao Guilherme pela presença sempre oportuna e pela amizade tão pronfunda e reconfortante. Agradeço às minhas companheiras de anos de Letras, que hoje são, claro, muito, muito mais que isso. São memórias que levo comigo e promessas de ainda mais risadas futuras. Minhas amigas-vizinhas para todas as horas (principalmente às de desespero!): Louise, Jessika, Carolina e especialmente e com enorme gratidão à Natália, que revisou com tanto esmero o texto que aqui apresento. Ao Antônio, meu muito obrigada por tantas dicas e compras da Amazon divididas -e especialmente pela ajuda com o abstract, ufa! -; à Rafaela, por sempre se importar, sempre socorrer e sempre me ajudar a dizer o que eu insisto em guardar; à Livia pela companhia em absolutamente tudo, pelo apoio, pelas lágrimas e risadas que sempre dividimos. Aos meus queridos da Cosac Naify: Miguel, Livia D., Florencia, Heloisa, Marta, Gabriela, Milton e Paulo, que sempre partilharam comigo suas visões da Rússia e suas palavras de apoio; agradeço em particular à Letícia, sempre tão paciente. Agradeço à Eloah por tudo que dividimos, em especial o amor pela Rússia. Resumo O trabalho discute uma faceta ainda pouco explorada da poeta Marina Tsvetáieva: seus textos dramáticos, em especial o ciclo Romantika (1916)(1917). Para tanto, apresenta Uma aventura (1917), peça integrante do ciclo mencionado, em tradução não definitiva. Uma tentativa, ainda que distante, de recriar a voz que a poeta achou para si nos palcos da Rússia recém-soviética. Ao buscar localizar a produção para teatro ao lado da obra poética de Tsvetáieva, o presente trabalho comenta todas as peças teatrais escritas por ela, mas se detém especialmente em Uma aventura, na qual busca as motivações para construções dramáticas tão díspares em relação à realidade que Marina Tsvetáieva encontrava na sua cidadenatal. Lança-se mão de um breve comentário sobre a teoria do individualismo e da paródia para elucidar uma possível interpretação de Uma aventura. 8 Abstract This study discusses an underexplored side of Marina Tsvetáieva's work: her dramatic creations, specially the Romantika (1916Romantika ( -1917 cycle. In order to do so, it presents a non settled translation of Uma aventura (1917), a play from that cycle. It's an intent to recreate the voice that the poet developed for herself on the stages in Russia, during the beginning of the soviet regime. When comparing side by side Tsvetáieva's dramatic and poetic oeuvre, this study offers commentary on all her plays, while focusing specifically on Uma aventura, in which it searches for the reasons that would lead her to create theatrical inventions that were very different to those she would find in her homeland. In order to develop a possible interpretation of Uma aventura, a brief theory of individualism and parody is sketched.
doi:10.11606/d.8.2015.tde-02102015-111508 fatcat:obahgskbzzahvf5evybtk54kjy