Cocontração dos músculos do tronco no exercício de estabilização prancha ventral com bosu

Fhillipe Rodrigues Alves Santos, Rafael de Paula Lana, Thiago Montes Fidale, Roberto Bernardino Júnior, Adriano Alves Pereira, Franciel José Arantes, Daniela Cristina de Oliveira Silva, Frederico Balbino Lizardo
2019 Zenodo  
O conhecimento dos padrões de cocontração na prancha ventral com bosu normal (PV-BS) e invertido (PV-BI) auxiliará na compreensão de sua aplicabilidade para melhora de estabilização da coluna lombar dentro de programas de prevenção e reabilitação das disfunções da região lombar, assim como programas de treinamento esportivo que objetivam o desenvolvimento e fortalecimento da região do tronco. Objetivou-se analisar a cocontração global e local dos músculos flexores e extensores do tronco no
more » ... s do tronco no exercício de estabilização PV-BS e PV-BI, durante 45 segundos de contração isométrica. A amostra foi composta por 15 voluntários do gênero masculino, fisicamente ativos, com idade média 21.73±1.31 anos, massa corporal 74.27±5.38 kg, estatura 177.10±3.90 cm e Percentual de Gordura Corporal (PGC) 10.97±1.60%. A coleta da atividade muscular foi realizada utilizando-se eletrodos de superfície diferenciais simples, com ganho de 20 vezes, e registrada por meio de um eletromiógrafo computadorizado (EMG System do Brasil 830C). Foi calculado o valor Integral da envoltória (∫env) de cada músculo, paraobter o percentual de cocontração entre os músculos globais e locais do tronco. Cada voluntário realizou dois exercícios (PV-BS e PV-BI) com 45 segundos de duração cada. Não houve diferenças entre os níveis de cocontração global e local entre PV-BS e PV-BI. O nível de cocontração local foi significativamente maior em relação ao nível de cocontração global para os dois exercícios. Conclui-se que PV-BS e PV-BI produziram níveis similares de cocontração global e local, no entanto, ambos os exercícios proporcionaram maior nível de cocontração local.
doi:10.5281/zenodo.3457597 fatcat:jkbnk73a5rc45j57e3sjzquc74