JARDINS COMUNITÁRIOS DE NOVA YORK: Um método para recomendações baseado no design de experiência

Gabriela Varanda de Castro
2016 Anais do 5º Simpósio Brasileiro de Design Sustentável   unpublished
Resumo: Inicialmente centrado no projeto de produtos físicos, o escopo do design vem evoluindo em direção a uma perspectiva sistêmica. O principal desafio do design atualmente é desenvolver soluções para questões de alta complexidade, que exigem uma visão abrangente do projeto, envolvendo produtos, serviços e comunicação de forma conjunta, e reverter a expectativa de que a noção de bem-estar esteja necessariamente ligada à aquisição de novos artefatos, e sim baseada na qualidade do contexto.
more » ... jetos voltados para a inovação social promovem a recuperação do tecido social e ambiental, e seu bom funcionamento depende, em muito, do contexto sociocultural onde eles são implantados. Os jardins comunitários de Nova York são modelos centrados no compartilhamento do espaço público, que possibilitam experiências individuais e coexperiências, e que permitem a observação e a interpretação do significado dessas interações sociais. Este artigo considera a relação dos usuários com os jardins comunitários, com o intuito de permitir produzir recomendações de design de experiência, para potencializar a transformação nesses territórios. Palavras-chave: design para sustentabilidade, design de experiência, transformação dos territórios, jardins comunitários. Abstract: Initially centered on the design of physical products, the scope of design has been evolving toward a systemic perspective. The current main challenge of design is to develop solutions to issues of high complexity, requiring a comprehensive overview of the project, involving products, services and communication jointly, and reverse the expectation that the notion of wellbeing is necessarily linked to the acquisition of new artifacts, but based on the quality of the context. Projects aimed at the social innovation promote the recovery of the social and environmental fabric, and its proper functioning depends on the sociocultural context where they are deployed. Community gardens in New York are sharingcentric models of public space, which allow individual experiences and co-experiences, and also the observation and interpretation of the meaning of these social interactions. This 100 paper considers the relationship of users with community gardens, in order to produce experience design recommendations to enhance the transformation of these territories.
doi:10.5151/despro-sbds15-1st703b fatcat:vnci7rej4rd2lg7lhlmaopsx3a