UDDER THERMOGRAPHY OF GYR COWS FOR SUBCLINICAL MASTITIS DETECTION / TERMOGRAFIA DO ÚBERE DE VACAS GIR PARA DETECÇÃO DE MASTITE SUBCLÍNICA

MARCO AURÉLIO F. PORCIONATO, TATIANA F. CANATA, CELSO E. L. DE OLIVEIRA, MARCOS V. DOS SANTOS
2009 Revista Brasileira de Engenharia de Biossistemas  
Aiming to evaluate the infrared thermography technique for early detection of subclinical mastitis in Gyr cows, 70 animals were selected in 2 nd or 3 rd lactation, with an average production of 7.2 kg / d between 90 and 200 days in milking. Images of two quarters (front and backside) of the same udder side were monthly performed during three months using a thermal camera to evaluate the surface temperature at three different heights (upper, median and lower), totalizing 420 measurements. Milk
more » ... easurements. Milk samples from each quarter were also collected to evaluate the SCC and microbiological culture. The SCC did not influence udder temperature at different heights (p>0.05). However, temperatures among the regions of the quarter were different, the upper area had higher values than the median and lower regions (p<0.05). There was no difference in udder temperatures in relation to the type of microorganisms isolated in milk (p>0.05). The use of thermal camera allowed the identification of temperature variations of skin surface at different udder regions of Gyr cows. However, this technique was not effective in the detection of subclinical mastitis. RESUMO Com o objetivo de avaliar a técnica de termografia infravermelho para detecção precoce de mastite subclínica em vacas da raça Gir, foram selecionadas 70 vacas de 2 a ou 3 a lactação, com produção média de 7,2 kg/dia, entre 90 e 200 dias de lactação. Imagens de dois quartos colaterais (anterior e posterior) do úbere, foram realizadas mensalmente, durante três meses utilizando uma câmera termográfica para avaliação da temperatura superficial em três alturas distintas (superior, medial e inferior), totalizando 420 avaliações. Também foram colhidas amostras de leite de cada quarto para avaliação da CCS e cultura microbiana. A CCS não influenciou a temperatura do úbere nas alturas estudadas (p>0,05). Porém, entre as regiões dos quartos houve diferença de temperatura, com valores mais altos na área superior (p<0,05) do que nas regiões medial e inferior. Não houve diferença de temperaturas no úbere em relação ao tipo de microrganismo isolado no leite (p>0,05). O uso da câmera termográfica permitiu identificar as variações de temperatura superficial da pele em diferentes regiões do úbere de vacas Gir. Porém, essa técnica não foi eficiente no diagnóstico da mastite subclínica. Palavras-chaves: Câmera termográfica, Gir, Mastite subclínica, Vacas leiteiras.
doi:10.18011/bioeng2009v3n3p251-257 fatcat:5azkkwso7zggjb2o4fq4wjph34