Epidemiologia e Controle, Pesquisa Operacional (ECPO) Epidemiology and Control, Operational Research DESDOBRAMENTOS DO PROGRAMA DA HANSENIA-SE NO MUNICIPIO DE PORTO NACIONAL-TO, OITO (08) ANOS APOS A DESCENTRALIZACAO PARA REDE

Basica De, Saude Rabelo-Mendes, Su, Martins Mf, Nazare Av, Costa Lc
unpublished
em Hanseníase da SESAU Tocantins; Profª Titular de Saúde da Comunidade II e III do ITPAC-PORTO. ²Enfermeira-Profª Titular de Interação Saúde na Comunidade, diante das Doenças Transmissíveis do ITPAC/PORTO; Coordenadora do PMCH; Assessora Técnica em Hanseníase da SESAU-TO; ³Acadêmicas de Enfermagem-(ITPAC-PORTO) Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos. Introdução: Em meados de 2004 a coordenação do PMCH, juntamente com a gestão municipal, realizou a descentra-lização do programa para
more » ... do programa para oito UBS, mantendo os atendi-mentos de referência e realizando treinamentos in loco das equipes do PSF. Objetivo: Analisar a partir do olhar dos enfermeiros a viabilidade do processo de descentralização do PCH para as UBS. Material e Métodos: Trata-se de uma pesquisa de campo, quali-quantitativa e descritiva, cuja população foram os profissionais enfermeiros que atuam como gerentes nas UBS da zona urbana e rural de Porto Nacional, totalizando quinze. Foram utilizados questionários auto-aplicativo e estruturado, com perguntas referentes aos aspectos relacionados a prevenção e controle, diag-nóstico e tratamento, gerencia das atividades de controle/ dados epidemiológicos. Para análise estatística simples foi utilizado o programa Biostat, versão 5.0, aprovado sob pa-recer do CEP/UFT nº 081 Resultados: Dos 15 profissionais 13(86,66%) aceitaram participar da pesquisa, 13(100%) refe-riram que a descentralização facilitou o acompanhamento e monitoramento dos casos de MH, 12 (92,3%) referiram que melhorou a adesão dos pacientes, 9 (62,9%) relataram que houve aumento no nº de casos notificados e acom-panhados pela UBS, 13(100%) melhorou o envolvimento dos profissionais da rede básica de saúde no manejo dos casos de hanseníase, 12(92,3%) alimentam o SINAN com o preenchimento do boletim de acompanhamento mensal dos casos de hanseníase. Conclusões: A descentralização do PCH é atualmente é utilizada como a melhor estratégia para controle da doença, oito anos após a descentralização do PCH observou-se que houve uma melhora importante no manejo, acompanhamento e controle da doença. Palavras-chave: descentralização, hanseníase, epide-miologia.
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