Anatomic and tissue characteristics in goats fed for extended periods with residue of castor biodiesel production

Cláudio Henrique de Almeida Oliveira, Liliane Moreira Silva, Aline Maia Silva, Cesar Carneiro Linhares Fernandes, Karla Leylanne Sousa Góes, Sandra Silva Duarte, Fabiana Vinhas Rodrigues, Luciana Relly Bertolini, Frederico Jose Bezerra, Manoel Adrião Gomes Filho, Davide Rondina
2013 Semina: Ciências Agrárias  
Twenty-five adult crossbred goats, divided in two groups, were fed over a period of 16 months with diets based on Tifton hay and concentrate feed with (DCM) or without (WDCM) detoxified castor bean meal as a substitute for soybean meal. Throughout 480 days, blood samples were taken to measure lactate dehydrogenase, aspartate aminotransferase, alanine aminotransferase, urea, albumin and creatinine. The animals were euthanized, and the anatomical components (lungs, heart, spleen, liver, kidneys,
more » ... ongue, empty stomach, empty intestines, omentum, cardiac and renal adipose tissue), carcass and commercial cuts (shoulder, ham, loin, ribs and neck) were weighed. Thereafter, an anatomic dissection of the loin was performed, separating the muscle, adipose and bone tissues. On the muscular part of the loin, longissimus dorsi, the proximate composition, fatty acid profile and the expression of SEW-1, IGF-I and IGF-II were analyzed. A higher incidence of bone tissue was observed in the anatomical dissections of the loin and a lower incidence of fat in the proximate composition of the longissimus dorsi of the DCO group compared to the WDCM group (p < 0.05). The expression of the IGF-II and SEW-1 genes was higher (p < 0.001 for each) in the muscle tissue of the DCM animals. Thus, using detoxified castor bean meal for long periods does not produce significant changes in the anatomical composition of the loin or the proximate composition of the longissimus dorsi. However, the differences in gene expression suggest the need for new investigations and care when using this product for animal feeding. sangue para dosagem de lactato desidrogenase, aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, uréia, albumina e creatinina. Em seguida, os animais foram sacrificados e foi realizada a pesagem dos componentes anatômicos (pulmões, coração, baço, fígado, rins, língua, estomago vazio, intestino vazio, omento, tecido adiposo cardíaco e renal), da carcaça e dos cortes comerciais (paleta, pernil, lombo, costelas e pescoço). Posteriormente, foi realizada a dissecção anatômica do lombo, separando tecidos muscular, adiposo e ósseo. Na porção muscular do lombo, Longissimus dorsii, foram analisadas a composição centesimal, o perfil de ácidos graxos e a expressão dos genes SEW-1, IGF-I e IGF-II. Verificou-se uma incidência superior de tecido ósseo na dissecção anatômica do lombo e uma incidência inferior de gordura na composição centesimal do Longissimus dorsii do grupo FMD em relação ao grupo SFMD (p < 0,05). A expressão do gene IGF-II resultou superior (p < 0,001) no tecido muscular dos animais FMD, bem como para o gene SEW-1 (p < 0,001). Diante do exposto, podemos concluir que a utilização do farelo de mamona destoxificado por períodos prolongados não produz alterações importantes nas composições anatômica do lombo e na composição centesimal do Longissimus dorsii. Entretanto, as diferenças na expressão de genes sugerem novas investigações e cautela no uso deste produto na alimentação animal.
doi:10.5433/1679-0359.2013v34n6p2865 fatcat:a52oni6pvjfdbphm2tmxkyn5b4