Os momentos literários da individualidade moderna na fenomenologia do espírito de Hegel [thesis]

Adriano Blattner Martinho
SUMÁRIO 1ª PARTE: CRISE DA FUNDAMENTAÇÃO METAFÍSICA DA SUBJETIVIDADE 9 CAPÍTULO I -Individualidade e Idealismo 10 CAPÍTULO II -Individualidade e Fenomenologia do Espírito 14 α) Plataforma filosófica da obra 15 β) O lugar da individualidade na fenomenologia 27 γ) Fenomenologia X Fundamentação 29 ▫ Paralogismo na Crítica da Razão Pura: o estatuto problemático do sujeito transcendental 34 ▫ Paradoxo crítico e resolução fichteana: estatuto categorial do sujeito transcendental 41 ▫ Hegel e a
more » ... ▫ Hegel e a refutação do conceito transcendental de sujeito 46 CAPÍTULO III -Literatura e experiência da consciência 53 CAPÍTULO I -Crítica da representação dualista do homem 60 CAPÍTULO II -Da noite da possibilidade ao dia da presença 62 α) Psicologia 62 β) Frenologia e Fisiognomonia 67 γ) Órgãos de manifestação e processo de exteriorização 71 CAPÍTULO III -A efetivação da consciência-de-si racional através de si mesma 73 α) Fausto: o prazer e a necessidade 77 β) Karl von Moor: a lei do coração e o delírio da presunção 83 γ) Dom Quixote: a virtude e o curso do mundo 94 CONCLUSÃO 101 BIBLIOGRAFIA 107 7 ABSTRACT By highlighting major statements from the Phenomenology of Spirit on the individuality category, this inquiry intends to appreciate the role of literature in understanding the so-called "realization of racional self-consciousness through itself". In the first part, Hegel's great work is presented as an attempt to depose the transcendental status of subjectivity in modern philosophy. In the second one, it's shown how, against other current disciplines, Hegel conceives the human self-creation of individuality, based on the experience of three famous literary characters: Faust, Karl von Moor and Don Quixote.
doi:10.11606/d.8.2010.tde-13102010-151208 fatcat:trrh6wtxrzhbpaybwzzrsj5cpa