La reformulación leibniziana del argumento ontológico. De la certeza a la probabilidade

Oscar M. Esquisabel, María Griselda Gaiada
2019 O que nos faz pensar  
Este texto aborda la reformulación leibniziana de la prueba ontológica de Dios en su versión cartesiana, así como las diversas actitudes de Leibniz frente a sus propios intentos de reformulación. Como se sabe, Leibniz objeta que Descartes no ha probado la consistencia del concepto de Dios, lo que vuelve incompleta la prueba. Es a partir del período de París que se esfuerza por mostrar la posibilidad del concepto de Dios mediante diferentes vías de argumentación. Sus intentos pasan, pues, por
more » ... pasan, pues, por tres etapas. En la primera, la reformulación de la prueba gira en torno del concepto de ente perfectísimo. La segunda fase es más bien apologética y se centra en el concepto de ente necesario. La tercera revela la cautela de Leibniz en cuanto a poder perfeccionar el argumento de modo completo, si bien le concede una certeza moral. Aquí expondremos sobre todo los lineamientos de la primera etapa y propondremos una hipótesis acerca de las razones por las que se inclinó por una certeza meramente moral. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- A REFORMULAÇÃO LEIBNIZIANA DO ARGUMENTO ONTOLÓGICO. DA CERTEZA A PROBABILIDADE Este trabalho examina a reformulação leibniziana da versão cartesiana da prova ontológica da existência de Deus, assim como as diferentes atitudes de Leibniz em relação a suas próprias tentativas de reformulação. Como é bem conhecido, Leibniz objeta que Descartes não provu a consistência do conceito de Deus, o que torna incompleta sua prova. A partir do período de Paris, ele se esforça em mostrar a possibilidade do conceito de Deus por meio de diferentes vias argumentativas. Suas tentativas passam, pois, por três etapas. Na primeira, a reformulação da prova gira em torno do conceito de ente perfeitíssimo. A segunda fase é de cunho apologético e se centra no conceito de ente necessário. A terceira revela a cautela de Leibniz quanto à possibilidade de poder aperfeiçoar o argumento de modo completo, embora lhe conceda uma certeza moral. Aqui exporemos, sobretudo, as linhas gerais da primeira etapa e proporemos uma hipótese acerca das razões pelas quais se inclinou por uma certeza meramente moral. --- Artigo em espanhol.
doi:10.32334/oqnfp.2019n44a648 fatcat:b4eo25vi6jf4hfabzqoc2me7d4