Elisabeth Kübler-Ross: una vida para una buena morte

Cloves Amissis Amorim
2000 Psicologia em Estudo  
Susanne Schaup, jornalista e tradutora das obras de Kubler-Ross para o alemão, é a autora dessa breve biografia de uma longa e intensa vida. Pouco depois da publicação dessa obra, precisamente no mês de setembro de 1997, a biografada Elisabeth Kubler-Ross, deu a conhecer sua autobiografia "A roda da vida". Portanto, para o leitor que desejar conhecer a trajetória existencial e o legado de Kubler-Ross, seria interessante começar pelo trabalho jornalístico de Schaup e concluir com as reflexões
more » ... com as reflexões que a extraordinária psiquiatra suiça nos permite em sua autobiografia. É imperativo destacar que Elisabeth Kubler-Ross, representa "uma reação do subjetivo, do pessoal, do intuitivo, do feminino, contra o público, o masculino, o econômico e o racional", com essa afirmativa Klass (1982) explicita o que ele próprio definiu com um conflito entre dois sistemas de símbolos, ou seja: o da esfera privada pessoal e subjetiva frente ao da esfera pública, tecnológica e racional. Wilma Torres (1998), esclarece que, como símbolo da esfera privada, subjetiva e feminina, Kubler Ross reinicia o movimento da ética e da dignidade do processo do morrer, um movimento que implica ouvir o paciente em suas necessidades como ser humano e atendê-lo em seus direitos. Siempre digo que la muerte puede ser una de las más grandiosas experiências de la vida. Si se vive bien cada 1 Schaup, Susanne. Elisabeth Kübler-Ross: Una vida para una buena morte. Barcelona: Ediciones Martínez Roca, 1997.
doi:10.1590/s1413-73722000000100010 fatcat:e2y7rn3vrvavnjpn6dm5eyp56e