Adhesion of pathogenic bacteria to polystyrene, skin and gut mucus of gilthead seabream, infectious capacity and antibiotics susceptibility

Said Ben Hamed, Francisco Abellan Guardiola, Patricia Morcillo, Pilar González-Párraga, María José Tavares Ranzani-Paiva, María Ángeles Esteban
2019 Boletim do Instituto de Pesca  
Linking proprieties of adhesion, infectious capacities and antibiotic resistance of pathogen bacteria could help to treat fish diseases. Adhesions of ten fish pathogenic bacteria were tested in microtiter plates vacant, coated with skin or gut mucus, fixed with methanol, stained with 2% crystal-violet and revealed by colorimetric method. Infectious capacity was performed by exposing gilthead seabream fibroblast cell line (SAF-1) to 10 7 -10 8 CFUmL -1 of pathogen bacteria. Cell viability was
more » ... ll viability was measured 3h, 9h and 20 hours post-infection. The sensitivity to antibiotics was executed by disk diffusion. Data showed that all the bacteria tested adhere to polystyrene. For skin mucus, Vibrio harveyi, Vibrio alginolyticus, Halomonas venusta, and Aeromonas bivalvium were moderately adherent. Dietzia maris was strongly adherent. For gut mucus, 60% of tested bacteria were weakly adherent and 40% were non adherent. For infection, D. maris, V. harveyi and A. bivalvium decreased the cells viability to 89% after only 3h. After 20h, the viability percentage ranged between 1% and 32%. All isolates presented resistance to 1000 mg ml -1 of sulphonamide, 60% were resistant to sulfonamide and penicillin G. Present findings could be relevant in fish aquaculture and underscore the importance of the linkage between adhesion, infectious capacity, and antibiotic susceptibility of pathogen bacteria to avoid fish diseases. RESUMO Estudar o link entre propriedades de adesão, capacidades infecciosas e resistência a antibióticos de bactérias patogênicas pode ajudar a tratar doenças de peixes. A adesão de dez bactérias patogênicas foi testada em placas de microtitulação vazias, revestidas com muco da pele ou do intestino, fixadas com metanol, coradas com 2% de violeta cristal e reveladas pelo modo colorimétrico. A capacidade infecciosa foi realizada expondo a linha celular de fibroblasto de dourada (SAF-1) a 10 7 -10 8 CFUmL -1 de bactérias patogénicas. A viabilidade celular foi medida 3h, 9h e 20 horas após a infecção. A sensibilidade aos antibióticos foi executada por difusão em disco. Os dados mostram que todas as bactérias testadas aderem ao poliestireno. Para o muco cutâneo, Vibrio harveyi, Vibrio alginolyticus, Halomonas venusta e Aeromonas bivalvium foram moderadamente aderentes. Dietzia maris foi fortemente aderente. Para o muco intestinal, 60% das bactérias testadas eram fracamente aderentes e 40% não aderentes. Para infecção, D. maris, V. harveyi e A. bivalvium diminuíram a viabilidade celular para 89% após apenas 3h. Após 20h, o percentual de viabilidade variou entre 1% e 32%. Todos os isolados apresentaram resistência a 1000 mg mL -1 de sulfonamida, 60% foram resistentes à sulfonamida e à penicilina G. Os achados atuais podem ser relevantes na aqüicultura e ressaltam a importância da ligação entre adesão, capacidade infecciosa e suscetibilidade a antibióticos de bactérias patogênicas para evitar doenças em peixes. Palavras-chave: adesão de patógenos; muco da pele; muco do intestino; linha de células SAF; sensibilidade a antibióticos; dourada (Sparus aurata L.).
doi:10.20950/1678-2305.2019.45.4.490 fatcat:esem3pyn6vevdaezpkrtzghu3a