Jorge Amado, Exílio e Literatura

Eduardo Assis Duarte
2002 Aletria: Revista de Estudos de Literatura  
Além de recuperar elementos da biografia de Jorge Amado como escritor militante do Partido Comunista Brasileiro, em especial no tocante à sua atuação política e cultural em outros países, nos períodos em que viveu como exilado (1941-1942 e 1948-1952), o artigo objetiva refletir sobre a especificidade da condição de expatriado e, ao mesmo tempo, de compagnon de route e personalidade do movimento comunista internacional. Em paralelo, estabelece relações entre esta condição e a recepção da obra amadiana no exterior.
doi:10.17851/2317-2096.9.0.226-236 fatcat:uehqaecgoneqlhihpfyguor36a