Poesia: línguas, sentidos, prazeres

Thalita Miranda Gonçalves Sampaio
2015 Rua  
Buscamos compreender neste trabalho, como se dá o deslizamento polissêmico nos procedimentos metafóricos da música Babylon (2000) do compositor Zeca Baleiro, pensando o poético enquanto propriedade da língua, visto que, a linguagem não se apresenta como algo plano e de significado estático, mas, como algo opaco que é passível de significar de diversos modos a partir de sua condição de produção. Levaremos em consideração a memória discursiva, a historicidade e o pré-construído da língua poética.
doi:10.20396/rua.v19i2.8638202 fatcat:h46asrhh75c3xenzgalh3d2uwa