Karyotype inconsistencies in the taxonomy of the genus Oxalis (Oxalidaceae)

Amália Ibiapino Moura, Ykaro Richard Oliveira, Paulo Henrique da Silva, Yennifer Mata-Sucre, Reginaldo de Carvalho, Margareth Ferreira de Sales, Maria Carolina de Abreu
2020 Iheringia: Série Botânica  
The family Oxalidaceae consists of six genera, of which Oxalis is the most representative. This genus is subdivided into four subgenera, and its species present great morphological variation, which makes it difficult to identify them. The aim of this study was to make a survey of scientific publications which presented chromosome numbers of species of Oxalis, and to compare the chromosome numbers to the taxonomic classification proposed by Alicia Lourteig. Published chromosome counts were found
more » ... e counts were found for 112 species. We infered that there is apparently no relation between the chromosome numbers of the species of Oxalis and the taxonomic classification proposed by Lourteig, as species belonging to a same subgenus did not present a coherent pattern in chromosome numbers. RESUMO -Inconsistências cariotípicas na taxonomia do gênero Oxalis (Oxalidaceae). A família Oxalidaceae é constituída por seis gêneros no qual Oxalis é o mais representativo. Esse gênero é subdividido em quatro subgêneros e suas espécies apresentam grande variação nas características morfológicas, o que dificulta a identificação taxonômica das mesmas. Este trabalho teve como objetivo fazer o levantamento de artigos científicos que apresentassem o número cromossômico das espécies do gênero Oxalis e relacionar o número cromossômico com a classificação taxonômica proposta por Alicia Lourteig. Foram encontradas publicações evidenciando o número cromossômico de 112 espécies. A partir deste estudo podemos inferir que não há relações entre o número cromossômicos das espécies de Oxalis e a classificação taxonômica estabelecida por Lourteig, já que espécies pertencentes ao mesmo subgênero não apresentaram padrão no número cromossômico. Palavras-chave: citogenética, número cromossômico, poliploidia
doi:10.21826/2446-82312020v75e2020003 fatcat:ys62zpkrpnhfbezzfnqy7l7zqu