Implicações da manutenção ou perda da clorofila na tolerância à dessecação de tecidos vegetativos de Anemia flexuosa (Schizaeaceae) e Pleurostima purpurea (Velloziaceae) [thesis]

Saulo de Tarso Aidar
AGRADECIMENTOS Gostaria de agradecer a todas as pessoas simples e sinceras que com suas idéias e posturas pude despertar para aprendizados e compreensões muito gratificantes, e melhorar sempre no conhecimento e na sabedoria. À Cris, minha companheira: as figuras bonitas deste estudo foram gentilmente preparadas por ela para conquistar o leitor; À minha família inteira e, como são muitos, incluo todos como sendo um: Waldyr, Shirley, Sérgio, Tampa, Dimas, Shirlinha, Ciro e respectivas esposas que
more » ... ectivas esposas que considero irmãs e seus filhos que considero irmãozinhos, não apenas sobrinhos; A todos que me hospedaram carinhosamente em suas residências quando tive que realizar parte do trabalho fora da cidade em que resido, possibilitando que eu pudesse me sentir em casa: Dr. Maurício Chiareli, Ciro e Paula, Tatiana Vetillo. Aos meus amigos do dia-a-dia, uma família presente. Sempre dispostos a melhorar a amizade e tornar a vida mais interessante com boas conversas e propostas difíceis de recusar mesmo trabalhando na tese (pescaria e travessias sobre serras): Aranha e Camila, Alê, Adolfo, Seizo, Caio e Paula. Tenho mais amigos sim, mas estes podem ficar para o pós-doc; Aos amigos dos laboratórios, de Piracicaba e São Paulo, que sempre estiveram dispostos a melhorar ainda mais o que já gostamos de fazer em nossos projetos: Cecílio, Gabriel, Fran, Rogério, Olidan, Ruggero, Joyce, Davi. Não menos importantes por serem os últimos citados, agradeço meus orientadores de quem sou admirador. Tudo começou em 1998 quando conheci o Dr. Sérgio T. Meirelles, desde então, meu entendimento pela tolerância à dessecação se iniciou. Mais tarde germinei sementes tolerantes à dessecação com o Dr. Massanori Takaki. Em seguida, impus déficit hídrico em feijão com o Dr. Gustavo M. Souza que me abriu portas para continuar meus estudos na pós-graduação, onde pude cultivar velloziaceas in vitro com o Dr. Antônio N. Gonçalves e estudar fisiologia do estresse com o Dr. Ricardo F. de Oliveira. Terminado o mestrado, tive todas as condições necessárias disponibilizadas pelo Ricardo e pelo Sérgio para estudar com tranqüilidade durante o doutorado. Agora, no final deste ciclo, de tudo que ficou, agradeço principalmente pelo aprendizado e conhecimento, o maior bem com o qual vocês poderiam contribuir.
doi:10.11606/t.11.2010.tde-22052013-150802 fatcat:u2irb52ktzg7dgbltnt67bhogi