Predation of diamondback moth larvae and pupae by Euborellia annulipes

G.S. Nunes, T.A.V. Dantas, W.R.S. Figueiredo, M.S. Souza, I.N. Nascimento, J.L. Batista
2018 Revista Brasileira de Ciências Agrárias  
Diamondback moth, Plutella xylostella, is considered the most important pest species of brassica crops and Euborellia annulipes can exhibit potential for its control. This work recorded the consumption of 4 th -instar larvae and pupae of P. xylostella by nymphs and adult females of the ring-legged earwig E. annulipes at different ages: 2, 4, 6, 8 and 10 days old. Nymphs in the 3 rd -instar and females of E. annulipes consumed daily more P. xylostella larvae than pupae. The consumption of
more » ... nsumption of diamondback moth pupae became constant as the 5 th -instar nymphs of the predator develop. In the other hand, the consumption of larvae decreases when nymphs are closer to molt. Female, regardless of its age, consumed more larvae than pupae of P. xylostella. Predação de lagartas e pupas da traça-das-crucíferas por Euborellia annulipes RESUMO: A traça-das-crucíferas, Plutella xylostella, é considerada a principal praga das brássicas e Euborellia annulipes pode ter importante contribuição no seu controle. Este trabalho avaliou o consumo de lagartas de quarto instar e pupas de P. xylostella em função de cinco idades de ninfas e fêmeas adultas (2, 4, 6, 8 e 10 dias) da tesourinha E. annulipes. Ninfas no terceiro instar e fêmeas da tesourinha consumiram maior quantidade de lagartas que pupas de P. xylostella. Na medida em que as ninfas de quinto instar do predador se desenvolveram, o consumo de pupas da traça-das-crucíferas tornou-se constante. Em contrapartida, o consumo de lagartas decresce quando as ninfas do predador se aproximam da muda. As fêmeas, independente da idade, consomem mais lagartas que pupas de P. xylostella. Palavras -chave: brássicas; dermápteros; manejo integrado; Plutella xylostella Predation of diamondback moth larvae and pupae by Euborellia annulipes Rev. Bras. Cienc. Agrar., Recife, v.13, n.3, e5557, 2018 2/8
doi:10.5039/agraria.v13i3a5557 fatcat:qfhimmwkmjgovh573n75fxj5h4