Are emotions necessary and sufficient for making moral judgments?

Marco Aurélio Sousa Alves
2013 Ethic@: an International Journal for Moral Philosophy  
RESUMO Jesse Prinz (2006, 2007) afirmou que emoções são necessárias e suficientes para julgamentos morais. Primeiramente, explicito qual é de fato a sua tese. A teoria que ele chama de emocionismo é, então, criticamente avaliada. Prinz arregimenta várias descobertas empíricas para defender uma série de teses cada vez mais fortes acerca de como as emoções são essenciais para os julgamentos morais. Argumento aqui que o suporte empírico sobre o qual se assentam seus argumentos é não apenas
more » ... não apenas insuficiente, mas até mesmo sugere o contrário, se devidamente interpretado. Minha crítica é, então, estendida à sua teoria sentimentalista, que se ocupa de como as emoções são integradas em julgamentos morais. O problema central é que a perspectiva de Prinz não consegue apreender o aspecto racional do julgamento moral. Tal incapacidade é explicitada, e por fim reivindico que alguma forma de neossentimentalismo é a via mais promissora. Prinz (2006Prinz ( , 2007 claimed that emotions are necessary and sufficient for moral judgments. First of all, I clarify what this claim amounts to. The view that he labels emotionism will then be critically assessed. Prinz marshals empirical findings to defend a series of increasingly strong theses about how emotions are essential for moral judgments. I argue that the empirical support upon which his arguments are based is not only insufficient, but it even suggests otherwise, if properly interpreted. My criticism is then extended to his sentimentalist theory, that accounts for how emotions are integrated into moral judgments. The central problem is that Prinz's view fails to capture the rational aspect of moral evaluation. I make this failure explicit and defend that some version or other of neosentimentalism is a more promising route. ABSTRACT Jesse
doi:10.5007/1677-2954.2013v12n1p113 fatcat:hzduopddj5dupoqqdjoidgmhme