Evolution of respiratory muscle strength in post-operative gastroplasty

Verônica F. Parreira, Clarissa M. P. Matos, Filipe T. S. Athayde, Karoline S. Moraes, Mariana H. Barbosa, Raquel R. Britto
2012 Brazilian Journal of Physical Therapy  
Obesity is a worldwide health problem that may also induce respiratory dysfunction. Literature linking weight loss and maximum respiratory pressures is inconclusive. Objective: To evaluate longitudinally the maximum inspiratory pressure (MIP) and maximum expiratory pressure (MEP) of morbidly obese individuals before and after gastric bypass surgery, and to compare them to a control group matched by sex and age. Methods: A vacuum manometer (GeRar ® , SP, Brazil) was used to assess the MIP and
more » ... sess the MIP and MEP of 30 morbidly obese participants (24 women), aged 32±8 years and with body mass index (BMI) of 43±4 kg/m 2 , both before and then one and six months after gastric bypass surgery. After an average of 36 months, 17 patients were reevaluated. A control group of 30 individuals with normal lung function (aged 30±8 with a BMI of 22±2 kg/m 2 ) was also studied. An unpaired t-test and ANOVA for repeated measures were used for statistical analysis, with p<0.05 considered as significant. Results: No significant differences were observed in the baseline evaluation between the two groups. A significant increase was found in MIP after approximately 36 months of surgery in the obese group. A significant decrease in MEP was observed after one month, as well as a significant increase after 36 months compared with one and six months post-surgery. Conclusion: The data showed a significant long-term increase in MIP, as well as a significant decrease in MEP after one month followed by a return to pre-operative values, which indicates that gastric bypass surgery has a positive influence on the strength of inspiratory muscles. Resumo Contextualização: A obesidade é um problema de saúde em todo o mundo e pode causar disfunção respiratória. A literatura que associa a perda de peso corporal às pressões respiratórias máximas (PRM) é inconclusiva. Objetivo: Avaliar, longitudinalmente, a pressão inspiratória máxima (PImáx) e a pressão expiratória máxima (PEmáx) de pacientes com obesidade mórbida antes e após gastroplastia redutora e compará-los a um grupo controle pareado por sexo e idade. Método: Um manovacuômetro (GeRar ® , SP, Brasil) foi utilizado para avaliar PImáx e PEmáx de 30 participantes obesos (24 mulheres e seis homens, 32±8 anos), com índice de massa corporal (IMC) de 43±4 kg/m 2 , antes da gastroplastia redutora e após um e seis meses. Após 36 meses, em média, foram reavaliados 17 obesos. Como grupo controle, foram avaliados 30 indivíduos com função pulmonar normal, 30±8 anos, e IMC de 22±2 kg/m 2 . Para análise estatística, utilizou-se teste t de Student para grupos independentes e ANOVA para medidas repetidas. Um p<0,05 foi considerado significativo. Resultados: Não foram observadas diferenças significativas na avaliação inicial entre os dois grupos. Houve aumento significativo após 36 meses de cirurgia no grupo com obesidade em relação à PImáx. Em relação à PEmáx, houve diminuição significativa após um mês e aumento significativo após 36 meses, quando comparada com um e seis meses de cirurgia. Conclusões: Os dados demonstraram aumento significativo da PImáx em longo prazo, bem como redução significativa da PEmáx após um mês, seguido de um retorno aos valores de pré-operatório, indicando influência positiva da gastroplastia redutora sobre a força dos músculos inspiratórios. Palavras-chave: pressões respiratórias máximas; avaliação respiratória; fisioterapia; gastroplastia redutora; pós-operatório; força muscular respiratória.
doi:10.1590/s1413-35552012000300008 fatcat:trxecfv3ivfobfjz2ehfcssofe