Propostas curriculares nacionais para geografia e o risco da alteridade

Hugo Heleno Camilo Costa
2019 Revista da ANPEGE  
Resumo Em uma inscrição no debate sobre as políticas de currículo para geografia, no Brasil, organizo este artigo em um cenário interpretativo pós-estrutural de enfoque desconstrucionista. Na primeira seção, desenvolvo a perspectiva de currículo a partir da qual interpreto a política. Para pensar o currículo como uma construção textual discursiva, marcada na relação com a alteridade, articulo contribuições teóricas de Derrida e Laclau, assim como os estudos curriculares de Lopes e Macedo. Na
more » ... pes e Macedo. Na seção seguinte, abordo diferentes documentos curriculares oficiais, focalizando sentidos de controle da alteridade, por meio da afirmação de uma visão de ciência, do que é o contexto, do que é ser sujeito e pensamento a partir da geografia. Concluo este artigo chamando a atenção sobre como diferentes propostas reiteram a decisão por um conjunto de pressupostos a partir dos quais a experiência por vir da escola é interpretada como algo a ser combatido. Palavras-chave: políticas de currículo, educação em geografia no Brasil, teoria do discurso, desconstrução, educação básica. Abstract In an inscription in the debate on policies of curriculum for Geography in Brazil, I organize this article in a post-structural interpretive scenario of deconstructionist approach. In the first section, I develop the curriculum perspective from which I interpret politics. To think of the curriculum as a textual construction discursive, marked in the relation with otherness, I articulate theoretical contributions of Derrida and Laclau, as well as the curricular studies of Lopes and Macedo. In the next section, I discuss different official curricular documents focusing on the senses of control of otherness, through the affirmation of a vision of science, of what is the context, of what it is to be subject and thought from Geography. I conclude this article by drawing attention to how different national proposals reiterate the decision by a set of assumptions from which the experience to come in the school is interpreted as something to be blocked. Resumen En una inscripción en el debate sobre políticas curriculares para geografia en Brasil, organizo este artículo en un escenario interpretativo postestructural de enfoque deconstruccionista. En la primera sección desarrollo la perspectiva curricular desde la cual interpreto política. Para pensar el currículo como una construcción textual discursiva, marcada en la relación con la alteridad, articulo las aportaciones teóricas de Derrida y Laclau, así como los estudios curriculares de Lopes y Macedo. En la siguiente sección, discuto los diferentes documentos curriculares oficiales que se centran en los sentidos del control de la alteridad, a través de la afirmación de una visión de la ciencia, de cuál es el contexto, de qué se trata ser sujeto y pensamiento desde la geografía. Concluyo este artículo llamando la atención sobre cómo las diferentes propuestas reiteran la decisión por un conjunto de supuestos a partir de los cuales la experiencia por venir en la escuela se interpreta como algo que debe combatirse. Palabras clave: políticas curriculares, educación en geografia en Brasil, teoría del discurso, deconstrucción, educación básica.
doi:10.5418/ra2019.1528.0006 fatcat:7mgvymhgbffl3ott2r6aojd23y