A ROTATIVIDADE DE COLABORADORES NO ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE XXI - TANGARÁ DA SERRA MT

Marcos Fernandes Silva, Adervaldo Chaves Rbeiro
2014 Revista UNEMAT de Contabilidade  
RESUMO: O estudo de caso apresentado, procurou destacar a importância de se entender a rotatividade e o porque de não apenas entender, mas estudar a qualidade da rotatividade após mensurada, se apresenta um nível denominado saudável ou não para o escritório pesquisado. Para obter os dados e mensurar a rotatividade, foi feito uso de pesquisa de campo, onde foi estudado in loco o escritório XXI de Tangará da Serra-MT. Foram entrevistados gestores e colaboradores, personagens fundamentais para a
more » ... ndamentais para a obtenção das informações da pesquisa, além de livros, revistas, e a rede mundial de computadores, utilizados para obter as responsabilidades que recaem sobre os gestores no momento de contratarem ou demitirem seus colaboradores, os encargos trabalhistas, e o que alguns autores estudados chamam de perdas não mensuráveis, que seriam a experiência, rotinas de trabalho e outros. De posse dos resultados obtidos pela pesquisa, foi detectado que não existe um nível de rotatividade a ser evitado ou comparado, mas sim mensurado e analisado os motivos da rotatividade destacada. Palavra chave: Rotatividade; Escritórios de contabilidade; Colaboradores. Introdução O tema "rotatividade" envolve várias questões que vão além da economia verificada na manutenção do empregado, os benefícios são amplos se for levado em consideração o tempo gasto para se atingir um nível aceitável na prestação do serviço, a continuidade no aprendizado e outros. À rotatividade podemos atribuir a falta de incentivos, tanto financeiramente, quanto na falta de planos de carreira no ambiente de trabalho, assim como a desvalorização do profissional, condições físicas, ambientais de trabalho da organização, cultura organizacional, entre outros (WAGNER, 1999) . Toda vez que um colaborador é substituído, tem um tempo de adaptação do novo colaborador, gerando um custo maior de tempo no ambiente de trabalho, e um custo financeiro na saída do anterior. Quando o novo colaborador alcança um nível aceitável na prestação do serviço, torna-se difícil para o gestor avaliar até quanto vale a pena perder recursos humanos para manter uma politica salarial relativamente conservadora e "econômica", ou saber até que nível de rotatividade uma organização pode suportar sem maiores danos (CHIAVENATO, 1997) .
doi:10.30681/ruc.v3i5.308 fatcat:uy5smrx6avdwblekuyic2zpgna