Planos de Opções de Compra de Ações, Oportunidades de Crescimento e Desempenho: Evidências na BMF&Bovespa

Renata Tamirez Ramalho, Patricia Maria Bortolon, Marcelo Alvaro da Silva Macedo
2017 Contabilidade, Gestão e Governança  
This paper aims to analyze how Growth Opportunities can influence the relationship between Employee Stock Options Plans (ESOP) and company development. The theoretical line of this study comes from the search to mitigate agency conflicts, thus mechanisms are necessary for the alignment of interests between organization managers (agents) and stockholders (principal), in order to guarantee company valuation. This article replies to and extends studies by Perobelli, Lopes and Silveira (2012) and
more » ... lveira (2012) and Hutchinson and Gul (2006) . Given this paper's aim, the work method analyzes companies which had their stocks negotiated on at least 90% of the days when there was trading on the stock market exchange. The sample comprises 115 companies, between 2012 and 2014. The data were extracted from the Reference Forms (FR), available in CVM, and from the database Com Dinheiro. To estimate the models, panel data analysis method was used. Research hypothesis 1, in which companies use ESOP with a view to maximizing their development, was refuted. The tests showed that whether or not ESOP is used alone wealth is not generated for the stockholder, but quality in plan structuring, that is, when there is a distance between the exercise price and the stock price on the grant date (out-of-money stocks). Research hypothesis 2, which affirms that the effect of the presence of ESOP is influenced by Growth Opportunities, was accepted. Consistent data were found that performance calculated according to stock returns are positively influenced by Growth Opportunities. Further, the presence of ESOP, its Quality (QESOP) and Corporate Management (GC) expand amplify this effect. A base da governança corporativa remete à separação entre propriedade e controle, discutida por Berle e Means (1932). O "problema de agência", definido por Jensen e Meckling (1976), originava-se no conflito de interesses entre agentes (gestores das organizações) e principais (acionistas), tendo como um dos principais motivos o fato de os gestores possuírem mais informações que os acionistas, o que não possibilitava aos acionistas saberem se os valores aportados na empresa são alocados de forma eficiente. Para minimizar esses conflitos, mecanismos de governança corporativa são utilizados para alinhar os interesses entre gestores e acionistas, de forma a fazer com que os gestores passem a agir em prol dos acionistas. Se os gestores perseguirem seus próprios interesses, poderão conduzir a um baixo desempenho da empresa (Wakamatsu, Kimura, & Basso, 2005) . Para Oliveira (2014), a remuneração dos gestores tem sido apontada como um mecanismo importante para a redução do conflito de agência, já que poderia induzir o comportamento dos agentes quanto ao alinhamento de interesses, de modo que o interesse por uma maior remuneração esteja relacionado ao interesse de otimização dos resultados da companhia.
doi:10.21714/1984-3925_2017v20n3a9 fatcat:6eeookqr4fgh5g2bpfpe6kcquq