Estructura psíquica de un grupo de terapeutas profesionales de niños, niñas y adolescentes que han vivido experiencias de abuso sexual de la ciudad de Medellín, Colombia

Luz Elena Ocampo Otalvaro, Julián Vargas Porras, Sebastián Manrique Quiroz
2017 Informes Psicológicos  
Estrutura psíquica de um grupo de terapeutas profissionais de meninos, meninas e adolescentes que tem vivido experiencias de abuso sexual na cidade de Medellín, Colômbia Psychic structure of a group of professional therapists of children and adolescents who have had experiences of sexual abuse in the city of Medellín, Colombia Resumo Objetivo: descrever a estrutura psíquica de um grupo de terapeutas profissionais de meninos, meninas e adolescentes que tem vivido experiencias de abuso sexual
more » ... de abuso sexual (grupo 1) em comparação com um grupo de terapeutas profissionais que não atendem este tipo de população da cidade de Medellín (grupo 2). Método: partiu-se de um enfoque quantitativo não experiencial, de esboço transversal, com um alcance descritivo comparativo. A amostra foi intencional por disponibilidade de sujeitos, dividida em dois grupos: o grupo 1 (terapeutas de abuso sexual infantil) esteve conformado em um 84% de mulheres e em um 16% de homens e o grupo 2 (terapeutas que não trabalham abuso sexual infantil) em um 64% de mulheres e um 36% de homens (n=50, com 25 em cada um dos grupos). O instrumento usado foi o inventario Bochum de personalidade e competências (BIP). Resultados: no Grupo 1, acharam-se correlações significativas entre estabilidade emocional e capacidade de trabalho (.79), correlação media entre estabilidade emocional e distorção da imagem (.52), capacidade de trabalho e distorção da imagem (.55) seguridade em si mesmo e distorção da imagem (.56). no grupo 2, acharam-se correlações medias entre estabilidade emocional e capacidade de trabalho (.54) entre capacidade de trabalho e seguridade em si mesmo (.50) e uma correlação significativa entre capacidade de trabalho e distorção da imagem (.76). na variável Distorção da imagem observou-se uma diferencia significativa na prova da mediana para amostras independentes (p=.046). Conclusões: as analises mostram que não se tem diferenças estatísticas significativas entre os grupos de objeto de estudo, excetuando a estabilidade emocional e a distorção da imagem com um sesgo mais negativo, isto é, uma tendência a se mostrar mais autocríticos que os do grupo 1. Palavras chave Estrutura psíquica, terapeuta de abuso sexual infantil, estilo pessoal do psicoterapeuta. Abstract Objective: to describe the psychic structure of a group of professional therapists of children and adolescents who have had experiences of sexual abuse (Group 1) in comparison with a group of professional therapists who do not serve this type of population of the city of Medellín (Group 2). Method: we started from a non-experimental quantitative approach, cross-sectional design, with a comparative descriptive scope. The sample was intentional by availability of subjects, divided into two groups: Group 1 (child sexual abuse therapists) was formed by 84 per cent of women and 16% of men and Group 2 (therapists who do not work child sexual abuse) by 64% of women and 36% of males (n = 50, with 25 in each of the groups). The instrument used was the Bochum inventory of personality and skills (BIP). Results: in Group 1 were found significant correlations between emotional stability and working capacity (.79), average correlation between emotional stability and image distortion (.52), working capacity and image distortion (.55), self-confidence and image distortion (.56). In Group 2 were found medium correlations between emotional stability and working capacity (.54), between work and self-confidence (.50) and a significant correlation between work capacity and image distortion (.76). A significant difference in the median test for independent samples was observed in the distortion of the image variable (p= .046). Conclusions: the analysis shows that there are no significant statistical differences between the groups studied, except for emotional stability and distortion of the image, where Group 2 therapists tend to show lower levels of stability and an image with a more negative bias, that is, a tendency to be more self-critical than in Group 1. Keywords Psychic structure, child sexual abuse therapist, psychotherapist personal style.
doi:10.18566/infpsic.v17n2a07 fatcat:u7u3i2ndx5cy7jzsifkjil6nba