Could physical discomforts be related to weight gain and parity in last trimester pregnant women?

Lara Andrade Souza, Viviane Nunes Ferreira Csizmar, Bianca Manzan Reis, Shamyr Sulyvan de Castro, Maria Cristina Cortez Carneiro Meirelles
2017 Revista Dor  
BACKGROUND AND OBJECTIVES: To identify and check the incidence of physical discomfort in third trimester pregnant women and relate it to parity, weight gain and regular practice of physical activities. METHODS: Data were collected by means of interviews made up of identification, socioeconomic data and lifestyle. In addition to pain intensity by means of the 10-cm visual analog scale, we have also calculated weight gain estimates for pregnant women as from body mass index considering the
more » ... sidering the pre-gestational period. Physical discomforts were listed and answered "yes" or "no" with regard to their presence. Statistical analysis was carried out by simple frequency, percentages, Shapiro-Wilk, Chi-square and Student t tests. Statistical program was Stata 9.2 and significance level was 5%. RESULTS: Participated in the study 64 low risk pregnant women under pre-natal follow up. Most frequent symptom was fatigue, reported by 79.6%, followed by low back pain by 68.7%, uterine contraction pain and heartburn, each one reported by 60.9% of respondents, insomnia 53.1%, cramps 50%, nausea 29.6%, pain on ribs and vomiting, each with 21.8%, sciatic pain 20.3%, cervical and abdominal pain 18.7% each, chest pain 17.1%, nightmare and itching, each with 1.6% and brachial plexus pain by 3.1%. There has been no relationship with parity and weight gain. CONCLUSION: Discomforts reported had no relationship with parity, weight gain and regular practice of physical activities. Could physical discomforts be related to weight gain and parity in last trimester pregnant women? Desconfortos físicos poderiam estar relacionados com o ganho de peso e paridade em gestantes no último trimestre? RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Identificar e verificar a incidência de incômodos físicos em gestantes, no terceiro trimestre, e relacioná-los com paridade, ganho de peso e prática regular de atividade física. MÉTODOS: A coleta de dados ocorreu com a utilização de um roteiro de entrevista composto de identificação, dados socioeconômicos, hábitos de vida. Além da intensidade de dor por meio da escala analógica visual de 10cm, calculou-se também a previsão do ganho de peso para gestantes a partir do índice de massa corporal considerando o período pré-gestacional. Os incômodos físicos foram listados e respondidos de forma afirmativa ou não quanto à presença deles. A análise estatística foi realizada por frequência simples, porcentagem, testes de Shapiro-Wilk, Qui--quadrado e t de Student. O programa estatístico utilizado foi o Stata 9.2 e o nível de significância foi de 5%. RESULTADOS: Participaram do estudo 64 gestantes de baixo risco que realizavam pré-natal. O sintoma de maior frequência apresentado foi fadiga, relatada por 79,6%, seguido de dor lombar por 68,7%, dor de contração uterina e azia queixados por 60,9% das gestantes, cada um deles, insônia 53,1%, câimbra 50%, náusea 29,6%, dor nas costelas e vômito 21,8% cada um, dor ciática 20,3%, dor cervical e dor abdominal 18,7% cada um, dor torácica 17,1%, pesadelo e prurido 15,6% cada um e dor na região do plexo braquial por 3,1%. Não houve relação com paridade ou ganho de peso. CONCLUSÃO: Os desconfortos relatados não apresentaram relação com a paridade, com ganho de peso e prática regular de atividade física.
doi:10.5935/1806-0013.20170005 fatcat:lpjkyqdbp5f2bga6ep2nwglycy