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DISCRIMINACÃO CONDICIONAL VS EMPARELHAMENTO COM O MODELO: UMA EXPANSÃO DO PARADIGMA DE TESTE

Murray Sidman, William Tailby
2016 Brazilian Journal of Behavior  
RESUMO O desempenho de um sujeito 3 no procedimento de discriminação condicional define relações condicionais entre estímulos: "Se A1, então B1; se A2, então B2". O procedimento também pode gerar emparelhamento com o modelo. Nesse caso, os estímulos serão relacionados não apenas por condicionalidade, mas por equivalência. A1 e B1 se tornarão membros de uma classe de estímulos equivalentes, e A2 e B2 de outra. Um paradigma para testar se um procedimento de discriminação condicional gera relações
more » ... ional gera relações de equivalência utiliza três conjuntos de estímulos, A, B, e C, três estímulos por conjunto. Os sujeitos aprendem a selecionar as comparações do Conjuntos B e do Conjunto C condicionalmente aos modelos do Conjunto A. Tendo sido explicitamente ensinadas seis relações entre modelos e comparações, A1B1, A1C1, A2B2, A2C2, A3B3 e A3C3, os sujeitos mostram-se imediatamente capazes de emparelhar os estímulos B e C; emergem seis novas relações (B1C1, B2C2, B3C3, C1B1, C2B2, C3B3). As 12 relações entre estímulos, seis ensinadas e seis emergentes, definem a existência de três classes de estímulos com três membros, A1B1C1, A2B2C2, e A3B3C3. Este paradigma foi expandido ao introduzir mais três estímulos (Conjunto D), e ensinar às oito crianças não somente as relações AB e AC mas também relações DC -selecionar comparações do Conjunto C condicionalmente aos modelos do Conjunto D. Seis crianças mostraramse imediatamente capazes de emparelhar os estímulos B e D. Ao selecionar comparações apropriadas do Conjunto B condicionalmente aos modelos do Conjunto D, e comparações do Conjunto D condicionalmente aos modelos do Conjunto B, elas demonstraram a existência de três classes de estímulos com quatro membros, A1B1C1D1, A2B2C2D2, e A3B3C3D3. Essas classes mais amplas foram formadas a partir do sucesso dos sujeitos com os prérequisitos de relações condicionais de nível mais baixo; eles também foram capazes de selecionar comparações do Conjunto D condicionalmente aos modelos dos Conjuntos A e C, e fazer os emparelhamentos BC e CB que definiam a classe original com três membros. Portanto, a adição de três relações DC gerou mais 12, três em cada uma das relações BD, DB, AD, e CD. A ampliação de cada classe por um novo membro resultou em um aumento desproporcional no número de relações emergentes. Testes complementares de nomeação sugeriram que a utilização, por parte do sujeito, de um mesmo nome para cada estímulo não era necessária nem suficiente para estabelecer classes de estímulos equivalentes. Palavras-chave: discriminação condicional, emparelhamento com o modelo, equivalência de estímulos, classes de estímulos, controle de estímulos, pressionar a chave, criança ABSTRACT A subject's performance under a conditional-discrimination procedure defines conditional relations between stimuli: "If A1, then B1; if A2, then B2." The procedure may also generate matching to sample. If so, the stimuli will be related not only by conditionality, but by equivalence: A1 and B1 will become equivalent members of one stimulus class, A2 and B2 of another. One paradigm for testing whether a conditional-discrimination procedure has generated equivalence relations uses three sets of stimuli, A, B, and C, three stimuli per set. Subjects learn to select Set-B and Set-C comparisons conditionally upon Set-A samples. Having been explicitly taught six samplecomparison relations, A1B1, A1C1, A2B2, A2C2, A3B3, and A3C3, subjects prove immediately capable of REVISTA BRASILEIRA DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO /
doi:10.18542/rebac.v2i1.808 fatcat:rl22vmy77rhipjwnmwe7cxygkm